Senhoras e senhores, hoje foi dia de pitizão biológico na aula da nossa amada Gininha! Yeah yeah, foi uma aula inesquecível a de hoje, o marco do início do confronto BioGirls X Gininha, já por muito tempo sufocado devido à forças morais maiores, mas que agora está mais vivo do que nunca e pronto para estourar a boca do balão!
Sim, meus caros, é um descarado absurdo o que temos visto em nossas aulas de biologia durante o ano letivo de 2009. Os conteúdos são ótimos: sistemas, genética e como a cereja no topo do bolo, temos a louvada evolução. Mas a incompetência nata da Gininha corrompe a fascinante biologia, de forma com que anule qualquer possibilidade de alunos não biologicamente viciados gostarem e serem atraídos pela matéria. A incrível ingnorância e falta de dominínio sobre o conteúdo deixam as aulas muito fracas no aspecto de ensino, afinal, pesquisar em casa para explicar na próxima aula, e inclusive esquecer de o fazer, deifinitivamente não é a solução. Além disso, os perídos são muito monótonos, as inovações não passam de lâminas para retroprogetor... Ok ok, já houveram tentativas frustradas sobre demonstrar o crossing over com uso de cobaias humanas e de representar a dominância ou recessividade dos genes usando papel celofane, mas ambas merecem ser ignoradas e esquecidas. Ainda, as explicações são um caos, não existe ser humano em condições mentais normais que consiga prestar atenção na totalidade delas, não há empolgação, não há vontade de ensinar, não há o brilho ofuscante da esfera biológica. O professor deve ter vontade de passar a diante a matéria, ensinar para as futuras gerações aquilo que tanto o fascina, para que mais indivíduos desenvolvam tal apreço. Mas não, com a nossa Gininha não funciona assim. As aulas são deprimentes, deprimentes, depreimentes e deprimentes. Logicamente, as péssimas aulas fazem a turma se dispersar, e então a séria falta de controle sobre os alunos e o fracasso geral da provessora se tornam evidentes. Em unanimidade os alunos não gostam dela como professora, e não há motivo nenhum para que esse quadro seja diferente.
Para mim, Supersonic Même, essa fase de depressão biológica anda servindo como reforço para que eu garanta que mesmo com esse estorvo no caminho, a biologia é o meu futuro. Porém, ao mesmo tempo que reforça minha convicção profissional, corrompe o desenvolvimento do gosto pela biologia de 90% da turma. Triste fato esse, mas a Gininha supressora de vocações está à todo vapor. Como singelas BioGirls estudantes do 2º ano EM, não temos muito o que fazer a respeito da continuidade do "trabalho" da Gininha. O que podemos fazer é a revolta e expressá-la durante as aulas. Fazendo questionamentos complexos (não que isso seje muito difícil se tratando da Gininha), levantando hipóteses, discordando de questões, explicando para os colegas o que a responsável pelo fazer não é capaz de explicar, e enfim, infernizando um pouco a vida da nossa professorinha.
É claro que no Capitalismo Sustentável, docentes como a Gininha não seriam admissíveis de forma alguma. Os professores seriam preparados para ensinar de verdade, passando por uma instituição governamental que os condicionasse para dar aulas dinâmicas, interessantes, produtivas e divertidas. Além disso, o futuro professor seria testado para um grupo de alunos que o aprovaria ou não, antes de começar a lecionar numa escola.
OBS.: Deixo aqui registrado, para jamais esquecer: houve alguém que ousou me dizer que nem todos nascem para a genética, como um fracassado consolo para uma nota revoltante na prova sobre tal conteúdo, significando que eu, justo eu, não havia nascido para a genética. Concerteza, irei lembrar disso quando receber o meu Nobel.
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