Nada pior.
Ficar sentado vendo as coisas acontecerem.
Ou ainda pior, muito pior, ver as coisas deixarem de acontecer.
Ver coisas erradas acontecendo.
E não fazer nada.
Nunca fazer nada.
Nada. Nada.
Pra quê?
Repugnante.
Mais repugnante quando é por vontade própria.
Felicidade enlatada.
Vida numa bolha.
Encarcerada em futilidades.
Não quero ser assim.
Boas notícias: eu não vou.
Que tal agora?
Não.
Eu tenho que esperar.
Tédio. Tédio. Inutilidade.
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