Dias atrás questionaram sobre tal questão... Afinal, para quê serve a música? Será por pura distração, apenas um plano de fundo? Nãããããoooo!
Música é muito mais do que isso. Creio que cada gênero tenha uma “função” mais específica. Eu sou da música de protesto, crítica, satírica, embalada por um som cheio de power acordes e baterias incansáveis, unidos numa bela e melodiosa harmonia (ou nem tanto). Música que faz história, e que entrou pra história; música que não se abala, que é detestada pela massa, mas continua firme em prol das almas rebeldes, falando o que é preciso e tocando da maneira que quiser. O som mais pesado do rock já é, em si, uma forma de protesto. Logo, se for rock, já está ótimo.
Também existem aquelas músicas em que se percebe a conexão direta entra canção e cantor, e é muito lindo isso. Nessas, o artista realmente está ali para exprimir o que sente, e se realiza com isso. Tudo gira em volta de uma energia muito boa passada a quem ouve, é como uma elevação a um patamar mais acima. Pode parecer meio sem sentido, mas, se mais alguém o sente, entenderá.
Desde seu nascimento, o rock acompanhou todas as mudanças que aconteceram no mundo, sempre esteve lá, dando sua opinião sobre. Acompanhou a libertação sexual dos anos 60, a descoberta das drogas, o período de instabilidade e incertezas pós-guerra, os inúmeros conflitos políticos nacionais e mundiais, a ascensão tecnológica, e tudo mais! Nem é apenas nesse curto espaço destacado, mas desde a Antiguidade a música avança ao lado da civilização, sofrendo muitas mutações ao longo do caminho. Não vejo muita “função” positiva em gêneros como funk, pagode, axé, sertanejo... Mas há quem goste, e talvez esses possam responder (aaaaaaaaaacho que não hein...).
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