O admirador tem que participar, encontrar alguma maneira de se conectar diretamente com a música e com o artista. Liberar toda sua energia e entrar num estado de pseudo-hipnose em que nada mais importa, só estar ali, feliz da vida. Enfim, geralmente se encontram fenômenos desse tipo em ambientes menores, por que, além da tendência a unir somente os fãs de verdade, a proximidade com o artista é muito maior. Se torna possível sentir a música, sentir o que aquele cara lá no palco quer passar. Uma banda não é feita por seres utópicos, eles são pessoas comuns que nem fazem questão de terem seus pés beijados por uma manada de fãs gritantes (pelo menos as bandas que merecem meu respeito).
Ok ok, eu não pretendo virar amiga íntima do Bono Vox, mas vocês me entenderam (ou não, grande coisa né).
Ufa. Acho que mais uma rara pessoa que pensa como eu sobre "shows de rock"
ResponderExcluirParece que quanto mais pessoas menos é o contato real com a música, aquela coisa que toca, que emociociona, que te faz sentir que está sozinho no quarto.
A única coisa no qual pretendo quando vou a um show é simplismente ou grandemente sentir a música, o que os integrantes querem passar. OU SEJA só vou em show de banda que gosto mesmo, muitos pessoas me acham ridicula por isso, a grande maioria só querem ir para encher a cara, "pegar" (odeio essa expressão) e sei lá mais o quê.
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