sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Time and disregard

Eu tive uma professora de biologia no 2º ano do EM. Bem, pelo menos ela dizia ser professora. E não, eu não gostava dela. Nem um pouco. Mas esses dias lembrei de uma frase sua e, sabendo ela o que dizia ou não, passou a me parecer de muito sentido. A célebre dita sentença é “o tempo é muito relativo”. Na hora que ela a enunciou até me pareceu um tanto cômica, mas, na verdade, o tempo realmente é muito relativo. Estamos tão acostumados com as medidas convencionadas pela sociedade, sejam elas quanto ao tempo, ao tamanho ou a temperatura, que esquecemos de que fomos nós mesmos que as inventamos. O Espaço é gigantemente imensurável. Já o tempo que uma enzima leva para catalisar uma reação na célula é tão pequeno que, realmente, nós nem conseguimos imaginar. O mais impressionante é que tudo, olhe em sua volta, TUDO MESMO, gira em torno dessas coisas mínimas ou gigantescas. E esses exemplos representam apenas aquilo que, de alguma forma, conseguimos descobrir que existe. Vai saber se não há mais muitos exemplos desses, com medidas tão extremas que ainda nem mesmo conseguimos detectar. A probabilidade de que eles existam mesmo é muito grande. Mas a nossa incapacidade de compreendê-los corretamente ainda é quase tão grande quanto. Que tal tentar ajudar a dar mais um passo a frente?





E ainda insistimos em correr contra o tempo. Mas "nós temos muitos teeempooo, temos todo o tempo do mundooo..."

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