O resto do mundo que me desculpe, mas lixo não é desenvolvimento. Muito menos criar meios “alternativos” e “limpos” falaciosos para tentar contornar essa produção exacerbada. Reciclar não é a solução. Pode ajudar, mas não é isso que vai salvar o mundo. Costuma-se esquecer de que se gasta uma quantidade bastante considerável de energia na reciclagem, ou seja, esse não é um processo tão limpo assim. O problema é o material que está ali, a absurda quantidade que é produzida diariamente, tendo geralmente uma vida útil curta e por vezes desnecessária. Sacolas reutilizáveis não são super-heróis, elas vão virar lixo também, um dia. O errado é o exagero, o disperdício, a falta de consciência. Vou no mercado e eles me põem apenas dois ou três produtos em cada sacola, enquanto caberia mais do que o dobro disso. Aí sim, acho conveniente usar sacolas reutilizáveis (eu tenho uma bem bonita!).
Estamos cercados de lixo desnecessário... Está em todo lugar, por todo lado. Até quando? Por quê não criar uma consciência ambiental e aplicá-la na indústria? Nós precisamos mesmo de tantas embalagens, tantas caixas, tantos papéis? No fim, a concepção do o mundo “desenvolvido” chama de “desenvolvimento” é que está bem erradinha. Se pensa, antes de tudo, na relação custo/quantidade/tempo, e se valoriza aquilo que é percebido a curto prazo. Enquanto que, primeiramente, se deveria ponderar as consequências ao meio ambiente e se considerar as possíveis vias alternativas mais sustentáveis e de longo prazo. Mas, infelizmente, não é assim que o capitalismo foi criado, e as mulas de direira primeiro-mundistas continuam tendo, e excercendo, a ultrapassada e insustentável visão tradicional do capitalismo.
E a poluição, então... Vivemos retirando carbono ciclável da natureza e transformando-o em resíduo inerte. Processo esse que leva ao efeito estufa, a destruição da camada de ozônio e a tudo aquilo que o Al Gore nos ensinou. Esse carinha só estava errado ao levantar aí uma ameaça a natureza. Bem, muitas espécies serão prejudicadas, obviamente, e algumas até entrarão em extinção. Mas a vida vai continuar existindo. Não importa se a elevação da temperatura global será de 5 ou 50ºC, não importa se a porcentagem de oxigênio no ar atmosférico se reduzirá à metade, nem se a água “potável” se esgotará. Afinal, essa água é dita “potável” com relação ao nosso frágil organismo humano - e o de mais algumas espécies. A vida é muito mais forte do que as consequências das nossas inconsequentes interações com o meio. No máximo, a nossa vida vai acabar. E sim, pode-se dizer que estamos basicamente cavando a nossa própria cova. Portanto, acordem!
Alguns já estão acordando. Há sim um progresso com relação a mudança dessa pacata visão de sustentabilidade, mas de quase nada adiantará enquanto ela não chegar nos grandes chefões. A partir de avanços em menor escala, consciência da população está mudando, e cada vez mais a atenção é dispertada para essas questões. Essa movimentação deve induzir pressões a nível governamental e multinacional, para que mudanças mais significativas sejam postas em prática, e para que se faça os EUA assinarem aqueles malditos papéis! Então, movimentem-se, façam barulho e encomodem eles! Mas, antes de qualquer coisa, mudem suas próprias cabeças.
Estamos cercados de lixo desnecessário... Está em todo lugar, por todo lado. Até quando? Por quê não criar uma consciência ambiental e aplicá-la na indústria? Nós precisamos mesmo de tantas embalagens, tantas caixas, tantos papéis? No fim, a concepção do o mundo “desenvolvido” chama de “desenvolvimento” é que está bem erradinha. Se pensa, antes de tudo, na relação custo/quantidade/tempo, e se valoriza aquilo que é percebido a curto prazo. Enquanto que, primeiramente, se deveria ponderar as consequências ao meio ambiente e se considerar as possíveis vias alternativas mais sustentáveis e de longo prazo. Mas, infelizmente, não é assim que o capitalismo foi criado, e as mulas de direira primeiro-mundistas continuam tendo, e excercendo, a ultrapassada e insustentável visão tradicional do capitalismo.
E a poluição, então... Vivemos retirando carbono ciclável da natureza e transformando-o em resíduo inerte. Processo esse que leva ao efeito estufa, a destruição da camada de ozônio e a tudo aquilo que o Al Gore nos ensinou. Esse carinha só estava errado ao levantar aí uma ameaça a natureza. Bem, muitas espécies serão prejudicadas, obviamente, e algumas até entrarão em extinção. Mas a vida vai continuar existindo. Não importa se a elevação da temperatura global será de 5 ou 50ºC, não importa se a porcentagem de oxigênio no ar atmosférico se reduzirá à metade, nem se a água “potável” se esgotará. Afinal, essa água é dita “potável” com relação ao nosso frágil organismo humano - e o de mais algumas espécies. A vida é muito mais forte do que as consequências das nossas inconsequentes interações com o meio. No máximo, a nossa vida vai acabar. E sim, pode-se dizer que estamos basicamente cavando a nossa própria cova. Portanto, acordem!
Alguns já estão acordando. Há sim um progresso com relação a mudança dessa pacata visão de sustentabilidade, mas de quase nada adiantará enquanto ela não chegar nos grandes chefões. A partir de avanços em menor escala, consciência da população está mudando, e cada vez mais a atenção é dispertada para essas questões. Essa movimentação deve induzir pressões a nível governamental e multinacional, para que mudanças mais significativas sejam postas em prática, e para que se faça os EUA assinarem aqueles malditos papéis! Então, movimentem-se, façam barulho e encomodem eles! Mas, antes de qualquer coisa, mudem suas próprias cabeças.
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